Nesta semana foi aprovado em 2ª Discussão na Assembleia Legislativa do Paraná o Projeto de Lei nº 367/2020 apresentado pelo Deputado Alexandre Amaro (Republicanos) com co-autoria do Deputado Rodrigo Estacho (PV) que coloca no Calendário Oficial de Eventos do Paraná, o “Dia do Entregador”. O projeto segue para a Casa Civil para ser sancionado pelo Governador. O objetivo do projeto que está prestes a se tornar lei, é homenagear uma categoria de profissionais que, cada dia mais, tem se destacado e contribuído para o progresso da Economia no Paraná. Com o avanço da Covid-19 estes profissionais assumiram um papel importante na sociedade através de sua mão de obra. As entregas por aplicativo, em todo o país, tiveram um aumento significativo principalmente depois da descoberta do novo Coronavírus. A data escolhida como o “Dia do Entregador” foi “16 de março”, dia que marcou o início da paralisação de muitas atividades no comércio, após o avanço da Pandemia. Recentemente, os entregadores fizeram uma paralisação nacional (no último dia 01), ocasião em que realizaram uma série de reivindicações por melhores condições de trabalho, remuneração justa durante as entregas, entre outros assuntos relacionados à profissão. Eles fizeram um “buzinaço” pelas ruas do centro da capital paranaense pedindo o apoio da população já que, infelizmente, durante a pandemia, além da piora nas condições de trabalho, também sofreram com a queda de sua remuneração. As constatações objetos das reivindicações se deram em um estudo realizado pela Rede de Estudos e Monitoramento da Reforma Trabalhista (Remir), a partir de projeto de iniciativa da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Na ocasião, mais de 57% dos entregadores afirmaram trabalhar acima de nove horas diárias, sendo a jornada de 78,1% dos profissionais de seis a sete dias por semana. Para eles, o aumento da jornada está relacionado às novas contratações durante a pandemia, provocando a redução de chamadas para as entregas. Dessa forma, os entregadores passaram a trabalhar mais horas para manter a remuneração que tinham antigamente. Para o Deputado Estadual Alexandre Amaro (Republicanos), “é importante valorizar esses profissionais que sempre desenvolveram um papel de grande valia, ainda mais agora na época de Pandemia, pois, sem eles muitas pessoas, principalmente pertencentes aos grupos de riscos, estariam nas ruas, o que ocasionaria um aumento maior de casos da doença em nosso Estado”, destaca Amaro. O projeto é visto pelos entregadores como uma forma de valorização profissional, e uma oportunidade de mostrar à sociedade como esta categoria, que cresce a cada ano, pode contribuir e frear o avanço da propagação desta doença que vem atingindo nosso país, deixando várias famílias órfãs todos os dias, e desestabilizando a nossa economia.

Conheça nossos projetos de lei que foram aprovados e estão em vigor no Estado do Paraná!

 

 

As academias que há pouco tempo atrás foram inseridas em atividades essenciais, voltam a funcionar na capital e demais cidades depois do decreto estabelecido pelas prefeituras, devido ao aumento da Covid-19 em todo o Estado.

A partir do novo decreto estadual funcionará da seguinte forma:  Academias de ginástica para práticas esportivas individuais: das 6h às 20h, de segunda a sexta, com proibição de abertura aos sábados e domingos com 30% da sua capacidade.

Devido ao aumento de números de casos, ficou proibido em todo o Estado o uso da prática esportiva nesses estabelecimentos, o que provocou um aumento no número de fechamento dessas academias no ano passado até que a situação pudesse ficar sob um controle maior.

Devido ao apelo de muitos desses empresários, o deputado estadual Alexandre Amaro (Republicano) criou um projeto de Lei, que prevê que as academias de ginástica, natação, hidroginástica e de artes marciais sejam consideradas como atividades essenciais à saúde em período de calamidade pública no estado do Paraná.

Para Amaro é de grande valia ter esses estabelecimentos abertos, pois geram empregos e além de tudo ajudam no quesito saúde, ele ainda afirma “Estive conversando com muitos professores que me garantiram que serão tomadas todas as precauções em suas academias e que respeitam todas as normas com responsabilidades”, destacou o deputado.

Durante o ano todo de 2020, Amaro que está em seu primeiro mandato, sempre ouviu os empresários e professores que o veem como um aliado e parceiro das Artes Marciais. No ano de 2019 o deputado levou esses profissionais a um encontro no Palácio Iguaçu sede do Governo, para uma reunião com o Governador Carlos Massa Ratinho Júnior.

Os feitos e as realizações dos grandes mestres das artes marciais foram celebrados durante sessão solene realizada na noite desta quinta-feira (28), no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná. A solenidade, proposta pelo deputado Alexandre Amaro (Republicanos), homenageou 30 personalidades que durante os últimos 30 anos trabalharam em prol das mais variadas categorias ao fundar escolas e academias, formar milhares de atletas e ainda fomentar o esporte em todo o território paranaense.

“Por meio desta sessão solene a Assembleia reconhece o trabalho de todos esses mestres e professores, que são pessoas muito especiais. A maioria deles têm trabalhos sociais realizados nas comunidades carentes de todo o estado. Além disso, são pessoas que têm suas academias, que trouxeram muitas artes marciais para do nosso estado. Muitos deles, também, são atletas campeões que levaram o nome do Paraná para todo o mundo. Então todos eles merecem essa homenagem da Casa, que sempre reconhece as personalidades que trabalham a favor da sociedade paranaense”, ressaltou Amaro.

A Sensei Priscila Vilas Boas do Nascimentp, do Projeto Shakugan– Karate Goju Ryu, foi uma das mestres homenageados na sessão solene. Ela conta que o reconhecimento e o apoio às artes marciais são de extrema importância para a continuidade do trabalho de mestres, de professores e das academias. “É uma grande satisfação essa homenagem às ações e trabalhos sociais feitos por nós professores. Isso engrandece as artes marciais É muito significativo esse reconhecimento, que esperamos há muito tempo”, disse a professora de caratê.

O grão mestre da Chute Boxe e ex-secretário municipal de Esportes de Curitiba, Rudimar Fedrigo, ressaltou em seu discurso a disciplina transmitida pelas artes marciais aos seus praticantes. “São valores que as pessoas podem levar para o resto de suas vidas. Tenho alunos que são advogados, empresários, policiais, que não dão aula. Mas no dia a dia de suas atividades utilizam o conceito das artes marciais para não desistir e seguir em frente”, ressaltou Fedrigo.

A solenidade ainda contou com a apresentação do Leão Chinês, realizada pela equipe Dança Leão, e de Karate Goju Ryu, feita pelos alunos do Projeto Shakugan– Karate Goju Ryu, de Piraquara. Além de alunos, mestres e professores, também participaram da sessão solene representantes da Câmara Municipal de Curitiba e de Piraquara; da Secretaria de Justiça, Família e Trabalho do Estado do Paraná – SEJUF; e das federações e associações de artes marciais de todo o estado.

Menções – In memorian, foram homenageados o grão mestre de muay thai, Nélio Naja; o mestre de muay thai Rubens; e o mestre de Thai Boxe, Osmar Dias Fernandes, o Osmarzinho. Também receberam os grãos mestres Rudimar Fedrigo (Chute Boxe); Edinei Pedroso (Equipe World Strong Brasil); Hong Soon Kang (Taekwondo); Aprecido Lira (Instituto Fu Hok); Myong Jae Han (Taekwondo); Chang Keun Byun (Taekwondo); Edson Carlos de Oliveira (Karatê Shubudo).

Os mestres Aroldo Martins (Taekwondo); Antônio Rodrigues Santos (Capoeira); Fabio Noguchi (Equipe Noguchi); Rodrigo Vidal (Jiu Jitsu); Rafael Pereira (Thai Naja); Rafael Texeira (Texeira Team); Roberto Piccini (Chute Boxe); Rodrigo Fjardo (Gracie Barra); Cleber Luciano Salandin (Federação Paranaense de Taekwondo); Takeshi Fukuchi (Karatê Goju Ryu); Luiz Iwashita (judô); Sensei Kussumoto (judô); e Sensei Marcelo Toneto (judô). Os professores Victoriano Martínez Rodrigues (Boxe); José Luiz Rodrigues (Boxe); Alexandro Ferreira Gomes (Jiu Jitsu); e Anderson Luiz Barboza da Silva (Jiu Jitsu). O narrador de lutas Xicão Joly foi igualmente homenageado na solenidade.

Na segunda-feira (7), os deputados Michele Caputo (PSDB), Alexandre Amaro (Republicanos) e Delegado Recalcatti (PSD) apresentaram projeto de lei na Assembleia Legislativa do Paraná que define as diretrizes estratégicas para a vacinação contra a covid-19 no Paraná.

“Não estamos medindo esforços para preparar o Paraná para iniciar a imunização o mais rápido possível para acabar com pandemia. Separamos recursos para compra de vacina, estamos avançando na questão logística e de insumos, e agora depois de aprovarmos as diretrizes, poderemos estabelecer o nosso Plano Estadual de Vacinação”, disse o deputado Michele Caputo, coordenador da Frente Parlamentar do Coronavírus da Assembleia Legislativa.

São oito diretrizes previstas no projeto que vão desde os princípios de eficácia e segurança da vacina, o estabelecimento do Plano Estadual de Vacinação, e a priorização de grupos de risco e regiões mais afetadas.

Meta – “As vacinas estão começando a ser registradas no mundo todo, e os governos devem comprá-las para começar a imunizar os profissionais de saúde e grupos de risco. A OMS estabelece a meta de 20% da população imunizada em 2021, nós temos que fazer a nossa parte”, afirmou o deputado.

O projeto também estabelece questões técnicas, como locais de armazenamento adequados, garantias de insumos como seringas e agulhas, e a realização de campanhas de conscientização, incentivo à vacinação e combate a fakenews.

“A gente tem que entender que não importa a origem da vacina, se ela tiver o registro, tem que tomar. Se a do Butantan tiver pronta agora em janeiro já poderemos imunizar os profissionais de saúde e indígenas, se a da Pfizer for entregue logo, poderemos imunizar idosos e outros grupos de risco. O que não pode é ficar esperando”, completou.

Confira as diretrizes propostas no projeto de lei:

_”I – Eficácia e segurança da vacina._

_II – Sustentabilidade da estratégia de vacinação._

_III – Formulação de Plano Estadual de Vacinação._

_IV – Avaliação de público alvo e faixa etária prioritária._

_V – Priorização de regiões e municípios de maior incidência._

_VI – Adequação de locais de armazenamento._

_VII – Garantia de provimento dos insumos estratégicos, incluindo seringas e agulhas._

_VIII – Realização de campanhas de conscientização e incentivo à vacinação, inclusive para o enfrentamento de informações e notícias falsas.”_

Jovens evangélicos que se unem em prol de atividades que beneficiam pessoas carentes e necessitadas foram homenageados nesta quinta-feira (24), durante sessão solene, no Plenário da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). “Homenagear a Força Jovem Universal (FJU), da Igreja Universal, é uma forma de parabenizar esses jovens que ajudam outros jovens através de vários projetos a encontrar um propósito de vida, um caminho para seguir, se afastar das drogas, do vício e da criminalidade”, afirmou o deputado Alexandre Amaro (Republicanos), propositor do evento.

O deputado Galo (PODE) destacou a importância da homenagem à Igreja Universal “uma das mais fortes do mundo” e “à juventude que vem à Casa de Leis trazer suas experiências e vivências”. “A Força Jovem é um embrião social que prepara jovens para vida, ajudando eles a focar, a encontrar um caminho e a filtrar o que é bom ou ruim. O deputado Amaro está de parabéns pela homenagem”, disse o deputado federal Aroldo Martins (Republicanos).

Durante a sessão solene foram homenageados o coordenador da FJU Paraná, pastor Vinícius Rodrigues e outros 50 líderes entre coordenadores regionais e de projetos. Durante o evento, os presentes assistiram a uma apresentação da Banda Conect, da bailarina Jéssica Thomé e de uma peça teatral “O que é FJU?”, da companhia de teatro 3 Atos. Para Rodrigues, a sessão solene é muito importante para reconhecer o trabalho do grupo que está ajudando milhares de jovens no Paraná, no Brasil, no mundo. “A FJU nasceu junto com a Universal no intuito de ajudar os jovens, com um trabalho de recuperação deles e de encaminhamento na vida. Homenagear estes jovens é reconhecer este trabalho”, ressaltou.

Vidas transformadas – Mariana Ramalho, de 20 anos, falou da importância da FJU na sua vida. Frequentadora da igreja desde criança, ela acabou se afastando do local devido a sua família. E neste período de distanciamento acabou se envolvendo com o consumo exagerado de bebidas, de drogas e até um aborto realizou – isso com apenas 16 anos de idade. “Ficar longe da igreja foi a pior coisa que me aconteceu. Eu achava que eu não tinha mais jeito e queria morrer. Eu não via mais saída para mim, mas graças a minha avó eu votei a frequentar a igreja e conheci a Força Jovem”, relatou. “Foi através do grupo que conheci minha força, que aprendi a olhar as coisas com outra visão. Deus foi me moldando e a FJU foi à salvação e uma transformação na minha vida”, observou a jovem.

Fato semelhante aconteceu com a adolescente Débora Rodrigues, de 17 anos. Ela relatou que era muito carente, triste, tímida, insegura e tinha muitos problemas de relacionamento com o pai. “A Força Jovem fez com que eu me valorizasse como pessoa e percebesse que os sentimentos que eu tinha, de timidez e insegurança, eram descabidos”, afirmou. A participação no grupo também fez com que a jovem aceitasse as críticas e o “fanatismo” do pai pela religião. “Foi a através do grupo que eu encontrei uma vida de verdade, eu mudei e encontrei a felicidade. Eles são uma família para mim, uma família da fé que me ensinou a enfrentar os problemas do dia a dia”, completou.

O que é a FJU? – O trabalho da FJU começou nos anos 90, sendo inicialmente chamado de “Nova Geração” e hoje eles atendem mais de 800 mil jovens no Brasil inteiro, com vários projetos que vão desde conscientização e prevenção às drogas, prática de atividades esportivas, cursos, atividades culturais e de lazer. O grupo também presta assistência para dependentes químicos, moradores de rua, presidiários e vítimas de catástrofes naturais.

Um dos principais objetivos do grupo é alcançar jovens que se encontram no mundo dos vícios, na criminalidade, que possuem problemas familiares, que sofrem com um permanente vazio interior ou até mesmo, sem perspectiva de vida a encontrarem um caminho. “O grande foco é ressocializar jovens que antes eram considerados “casos perdidos” por ele mesmo e pela sociedade”, pontuou o deputado Amaro.

No Paraná, a FJU está presente em 250 cidades e conta com mais de cinco mil jovens engajados em projetos e atividades sociais. No Brasil, a FJU, que é coordenada pelo bispo Celso Junior, conta com mais de 400 mil jovens. Ainda como homenagem a Força Jovem Universal, o deputado Alexandre Amaro (Republicanos) apresentou o projeto de lei nº 705/2019 que insere no calendário de eventos do Estado do Paraná, a data de 24 de outubro, como Dia da Força Jovem Universal.

Subgrupos – Formada por milhares de jovens, a FJU divide-se em vários subgrupos de atuação:

Cidadania: realizando ações sociais em comunidades carentes, asilos e orfanatos;

Cultura: promovendo promove atividades de inclusão cultural e de lazer como teatro, cinema, coral, banda, canto, cinema e vídeo, dança e turismo. Shows e espetáculos também são produzidos pelos próprios voluntários;

Esportes: oferece oportunidade para o jovem praticar diversas modalidades esportivas;

Universitários: incentivam o ingresso de outros jovens na vida acadêmica; oferecem cursos de libras, pré-vestibular, rotinas administrativas, secretariado, informática, artesanato, idiomas, turismo e hotelaria. Eles também estimulam os integrantes a exercerem ações de cidadania, promovendo feiras e palestras vocacionais, além de auxiliar na colocação no mercado de trabalho;

Mídia: uma agência de comunicação, desenvolvendo habilidades dos jovens formando-os para o mercado de trabalho nas áreas de produção, divulgação, evento;

Uniforça: movimento que auxilia na organização de grandes eventos, campeonatos e apoia em situações de grandes emergências, organiza mutirões de caridade para ajudar vítimas de desastres naturais.

O funcionamento das igrejas e dos templos paranaenses está garantido, apesar de o estado estar sob decreto de Calamidade Pública. A lei 20.205 de 2020, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 20 de junho, estabelece que elas prestam serviços essenciais em períodos como o que o mundo todo atravessa por causa da Covid-19. Proposto na Assembleia Legislativa do Paraná pelo deputado Gilson de Souza (PSC) e pelo deputado Alexandre Amaro (Republicanos), o projeto que originou a lei permite que cultos e missas ocorram, sendo vedada a determinação de fechamento total de igrejas e templos, porém, com a possibilidade de restrição no número de pessoas presentes.

Estas limitações podem se dar de acordo com a gravidade da situação em cada localidade, “decisão devidamente fundamentada da autoridade competente, devendo ser mantida a possibilidade de atendimento presencial em tais locais”, como cita o texto da lei. De acordo com o deputado Alexandre Amaro, “a lei coloca as igrejas no estado do Paraná no rol de serviços essenciais, é um serviço essencial”, afirma. “Igreja não pode ser fechada”, reforçou o parlamentar durante sessão plenária remota da Assembleia, ao defender que a lei seja cumprida com a observação das recomendações de limitação de público e que os templos e igrejas não paralisem completamente seus trabalhos.

Justificativa – Os deputados autores da proposta justificam ainda que “tais estabelecimentos possuem papel fundamental para auxiliar na propagação de informações verdadeiras e auxiliam o poder público e as autoridades na organização social em momentos de crises”. O projeto afirma que as igrejas e templos oferecem aos fiéis, além de auxílio material, assistência psicológica e espiritual. “O papel destas instituições impõe atuação com atendimentos presenciais que ajudem a lidar com emoções das pessoas que passam por necessidades”.